Lojas do centro e dos bairros de Jundiaí terão horário especial neste sábado (08)
Jundiaí, 05 de agosto de 2026 – O comércio de Jundiaí se prepara para o Dia dos Pais, celebrado neste domingo (09/08). Setores de farmácia e perfumarias e lojas de vestuário estão entre os que devem ter maior procura. A estimativa é de que o tíquete médio seja entre R$ 180 a R$ 200. O Sindicato do Comércio Varejista de Jundiaí e Região (Sincomercio) informa que no 08/08, primeiro sábado do mês após o quinto dia útil e véspera da data, as lojas poderão atender até as 18h, conforme a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
Para o varejo, o Dia dos Pais é fundamental para alavancar as vendas na primeira data comemorativa do segundo semestre, avalia Edison Maltoni, presidente do Sincomercio. Sobre o horário estendido, Maltoni destaca que além de representar uma boa oportunidade para os comerciantes aumentarem suas vendas, ele oferece mais tempo de compra aos consumidores.
“Os lojistas devem destacar em suas vitrines os produtos para esta data, montar kits de presentes, fazer promoções em redes sociais e aplicativos, criar parcerias e diversificar as formas de pagamento. Os setores de gastronomia e hotelaria também devem se beneficiar com a data”, destaca Maltoni.
Expectativas
Dentre os segmentos mais afetados pelo Dia dos Pais, dois esperam alcançar números positivos nessa data: farmácias e perfumarias, que devem faturar 3,7% a mais do que em agosto do ano passado; e as lojas de roupas (alta de 1,7%).
Na análise do Sincomercio e da Fecomercio SP, isso acontece porque o evento tem se tornado um momento de priorizar o que o mercado chama de “autocuidado”, com ênfase na beleza — e daí a demanda pelas roupas e pelos cosméticos.
Outros setores que devem se beneficiar com a data são:calçados, tecidos; acessórios (meias, cinto, óculos, carteira e relógio), eletrônicos e eletrodomésticos, móveis e decoração.
“A estimativa é de que o tíquete médio seja entre R$ 180 a R$ 200. Nossa expectativa é que tanto as comemorações quanto os presentes tragam uma movimentação importante para o comércio que só não será maior por conta do endividamento em alta e juros elevados. Por isso, em relação às vendas, a expectativa é de um crescimento em torno de 1% em relação ao ano anterior”, afirma Maltoni.